Música: Blood Axis – Sintra – 2 janeiro 2009

blood axis + sangre cavallum
02 January 2009 Portugal
Event: Blood Axis + Sangre Cavallum
Time: January 02, 2009 7:00PM
Location: União Colarense, Sintra, Portugal
24 € (no dia/door)
20 € (com reserva/reservation)
30 € (reserva com jantar/reservation with dinner)
Para efectuar a reserva podem enviar e-mail para: ummomento@clix.pt
indicando:
1) Nome
2) nº. de bilhetes reservados
preço da reserva:
Jantar + Concerto (com reserva) = 30€
Concerto (com reserva) = 20€
Para efectuar o pagamento e confirmar a reserva poderão proceder a transferência bancária para o NIB: 0033 0000 0628 0438 5117 4
Ao ser recepcionada a transferência bancária, enviaremos e-mail de confirmação.
Os bilhetes estarão à porta, sob o nome da reserva. Obrigado.
Notícia em primeira mão lida aqui no mindboosternoori.blogspot.com e informação retirada do myspace.com/ummomento

Blood Axis

Sangre Cavallum


Assisti ao concerto dos Blood Axis na União Colarense contigo Pedro, e adorei ter estado em Sintra, se há sítio que se enquadra com esta música é a beleza, o nevoeiro e as casas antigas do cenário intemporal de Sintra. Mas em relação aos Blood Axis e a respectiva organização “um momento” aqui vai: O concerto foi bonito, íntimo e simpático. mas o som estava muito bera, com alguns 4 feedbacks pelo meio, o que mais me arrepiou foi quando a violinista estava a fazer um solo belíssimo no violino e aiiiiiiiiiiiii, até doeu o feedback nos ouvidos e na alma, pensei que por isso ainda iriam tocar mais algumas músicas para compensar, mas não, o concerto foi curtinho, curtinho, e os 20 euros custaram-me um bocadinho. Gostei muito de os ver, e gostava de os voltar a ver, mas acho que o público mererce mais respeito, pagar 20 euros por uma banda e depois a sala ser má, o som ser mau e o tempo de espectáculo nem dar para saciar a vontade de os ver ao vivo é uma desilusão.
Hello Sculpture (an intriguing monicker) – well, i was also there, as well as the rest of my radio show’s team (QuatroLuas. Aveiro fm, on http://www.aveirofm.net), and I can understand your point, even though I don’t subscribe it. You see, this is an entirely different spirit from the mainstream, professional, commercial, corporative stance. This is the kind of music and event in which you have to believe or just… leave! It takes a leap of (pagan) faith to follow the path of the OldWays and to absorb it, despite the fact that everyone may lead obvious urban life codes – yet, this is supposed to be an event free of all that self-conceited stainless, clockwork pretention you normally witness on people who are basically contract-slaves of megacorporations. This means you are supposed to understand, accept and even enjoy every bit of impromptu mistakes, feedbacks and likewise “slips-o’-the-throat”. In ancient times it also happened just the same – we’re not on a money-bound crusade, we’re not friggin’ slaves to the semite interest rate, so next time try to enjoy your 20 euro investment free of all this “prejudice” – for your own sake as a music-loving person. If you like Blood Axis watch out for next Easter Sunday, when we can all be born again!… =0
…oh, let me explain – when I said “semite”, I meant it as some sort of historical, institutional, term of accuracy – I don’t want to accuse or insult the aura of the prodigal people, god’s elected – yet, people tend to remain “eyeless in gaza”, so maybe someone should have taught dear old Winston to piss on his hands in order he felt compelled to wash them – now i guess it’s “tool- hate”. Cheers!
Oiça com atenção João: eu sou uma pessoa culta. eu sou artista. eu trabalho. eu tenho pouco dinheiro. eu gosto de arte. o dinheiro que tenho uso-o para ver e ouvir arte. ando kilómetros para ver uma coisa que poderá valer a pena. estou a milhares de anos luz de uma cultura mainstream. Em tudo o que faço faço-o por uma boa causa. não roubo, não tenho preconceitos relativamente a NINGUÉM nem com nenhuma religião. não menosprezo talentos.
SOU VERDADEIRA.
Agora vou-lhe dar um concelho:
A próxima vez que quiser comentar um concerto, comente-o com o seu coração e diga aquilo que acha. Mas não defenda uma causa que não é a sua.
a minha opinião em relação a este concerto é tão honesta como a sua profissão. E aquilo que eu tenho para dizer tem valor na medida que estou a falar em voz própria,
por isso limite-se a dizer o que acha e não a criticar-me para tentar defender uma imagem.
Eu estive lá. escrevi o que penso.
Você esteve lá e escreva o que pensa. Não me critique, não seja graxista.
veja lá que só agora é que li o seu comentário. Se por acaso estivesse com a cauda presa por qualquer motivo, estaria muito preocupado em responder-lhe . No meu comentário não lhe faço quaisquer acusações, portanto não entendo a acrimónia. Tenho 46 anos de idade, há 23 que trabalho para o ministério da educação como professor de Inglês e portanto sou tão vítima de injustiças das power-trips que nos governam como a Inês. Tudo isso não me impede de gostar sinceramente da música e dos escritos dos Blood Axis; tal como diz, pelos seus defeitos em palco, pela entrega rústica à sua arte de palco, também els são muito mais Verdadeiros. Gostos não se discutem, obviamente, nem um crítico/jornalista/realizador de rádio “amador” (sem ser na acepção de “incompetente”) está proibido de se render publicamente a uma performance HONESTA. A veracidade “rural” é bem mais interessante que o circo mediático vergonhosamente explorador das bandas hi-tech que, em nome da paz, da ecologia, dos direitos humanos, e do mais que possam inventar para dar justificação às centenas de milhões de dólares que empocham, vão gradualmente dominando o mundo da alta finança. Por exemplo, nem morto me apanharia no concerto dos U2 – vio-os uma vez por engano em 82 em Vilar de Mouros e logo aí deu para entender de onde vinham e para onde se dirigiam – mas como tinha só 19 anos de idade, tenho o perdão da ingenuidade. Vamos rematar esta questiúncula com o respeito que ambos nos devemos. Só não poderia deixar que me confundisse com algum qualquer imberbe desorientado que não sabe reconhecer as causas em que acredita, mesmo que minoritárias e que por isso mesmo são VÌTIMAS das tais religiões maioritárias de que fala e às quais acode de alma e coração. Talvez um dia a Inês , que pelo que posso entender, é bastante jovem, terá vivenciado suficientemente a realidade para compreender o que idealizo. Perdoo-lhe por isso o insulto de me chamar “Graxista” – não preciso desse estratagema interesseiro digno dos mais reconhecidos usurários dos povos (vejam-se as campanhas eleitorais “democráticas”). Obrigado pelo exemplo da sua frontalidade, mas não me confunda e não me subestime, só pelo facto de não partilhar dos seus ideais. Até sempre ou até nunca mais.
obrigado João Carlos e Inês pela vossa contribuição sobre o tema
pelas palavras do João e conhecendo a Inês, sei que ambos partilham uma visão muito próxima! E que ambos sabem respeitar as diferenças dos outros! Espero que ainda nos encontremos os 3, um dia, e falaremos da importância de concertos “marginais” como este para a cultura (menos massificada)!